quarta-feira, 25 de julho de 2012

Entre cada nota do suspiro do teu olhar...

Como se tivesse asas que se prendem às minhas costas, e sem domínio delas, me fazem voar, elevando-me num doce momento em que o meu voo se prende com as notas delicadas entre cada suspiro do teu olhar, em cada beijo da tua boca, em cada toque do teu rosto.

E nesse momento, suspensa fico, como se mais nada houvesse, mais nada existisse para além do enrredar dos cabelos, do sorriso dos lábios, do riso da voz.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

E  num momento somos tudo e tudo abarcamos como se a nossa estrutura se disolve-se e fossemos um toque de uma nota de som de uma musica, um pôr do sol, um sabor, uma cor. Porque somos o momento, o que vemos, o que sentimos, o que vivemos. E assim somos livres, pois nos libertamos das amarras do  que nos aprisiona numa existência monótona, em que os momentos deixam de ser pequenos aspetos fabulosos, repletos de som, cor, riso e não vemos o que esta entre eles.

Peaceful Warrior-Take out the trash


http://www.youtube.com/watch?v=68Kaa1y2gFQ&feature=results_video&playnext=1&list=PL01A7F1F4731AA3E4

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Namalí a criança Sonho


DA PERSONAGEM AO LUGAR

‘Altas árvores se viam com folhas verdes brilhantes que reluziam ao volver do vento e do sol quente que as iluminava. Vento trapaceiro que corre por entre os ramos e tudo revolve, trás com ele um ar quente e fresco ao mesmo tempo.

Nesta clareira de muita luz, de muito sol, podem ver-se os desenhos refletidos no chão, que as delicadas folhas criam ao bailar a sua dança ao som do violino que o vento toca. Cheiro forte e envolvente, risos de crianças ao longe e um aroma a verão paira no ar.

E no rodopiar do vendo surge Namalí, a criança sonho, pés descalços, olhos castanhos vivos, estranhamente vivos, fortes e inquisidores de quem tudo sabe e tudo quer saber.
Corre, fugindo com alegria, talvez brinque às escondidas, talvez fuja de um amigo,

 Apenas sei, que esta criatura de cabelos castanhos e olhos vivos corre ao som do vento, ao toque das árvores, ao tinir do som do seu próprio sibilar. Toda ela parece feita de uma tênue e etérea luz como se de um pirilampo se tratasse.’

By Ana Ribeiro

Trabalhando Escrita Criativa ou tentando      :-)


Biblioteca


BIBLIOTECA

‘Sons sibilantes de sussurros em surdina, cheiro macilento, antigo e extremamente redondo dos livros, expostos em prateleiras limpas e imaculadas.

Mistura de um cheiro ancestral que trás com ele reminiscências de conquista, lutas e histórias de amor e guerra.
Mas, sobressai principalmente o silencio dos dedicados ao estudo, dos longos pergaminhos e grimórios de estudos alquímicos, onde um conjunto de investigadorers se reúne para trabalhar estes textos.

E os livros gritam, cintilam como que chamando o seu leitor a os folhear.’

By Ana Ribeiro

Trabalhando Escrita Criativa ou tentando      :-)